O navio para recolher amostras de água foi facilitado pela Tepco, a empresa operadora da central danificada.
No decorrer de uma semana, os pesquisadores vão recolher amostras em 10 diferentes pontos da área de 15 quilômetros de comprimento. Durante sua permanência no Japão, os especialistas da AIEA pretendem também debater o estado da usina nuclear avariada com as autoridades, incluindo os representantes do Instituto de Regulamento Nuclear do Japão.